Encontra-se um caos a saúde na cidade de Passos, isso ou algo parecido foi a manchete estampada, ou plantada, logo no primeiro dia do ano, não coincidentemente, primeiro dia também de uma nova administração. Leigos e até mesmo alguns “especialistas” não sabiam se a notícia procedia ou se era apenas um balão de ensaio. A notícia ainda dava conta de que algumas providências já estavam sendo tomadas, como, por exemplo, mandar limpar o velho Pronto Socorro Municipal. Depois de um feriado prolongado é o mínimo que se esperava, mas caos?... Talvez por nunca termos vivenciado um caos, vira e mexe o termo é usado de forma leviana por aqui. Segundo o dicionário Michaelis, a palavra caos significa: 1. Confusão geral dos elementos; 2. Total confusão ou desordem. Já o adjetivo total, de acordo com o mesmo glossário, é sinônimo de completo, ou, que forma um todo.
Passado poucos dias, alguns atos que não se tem tanto interesse assim em serem divulgados já desmentiam tacitamente a primeira manchete do jornal local. A recondução de dois dos principais cargos da saúde, um na área administrativa e o outro, do próprio chefe do Pronto Socorro - PS, falam por si só. Caso realmente estivesse instaurado um caos na saúde e mais ainda, propriamente no PS, porque aqueles que estavam à frente seriam reconduzidos? Estou aqui exercitando o que falei no artigo anterior, onde dizia: Use e abuse dos “por quês?”.
Mais para o final da semana passada, foi noticiado numa rádio da cidade que havia muito medicamento estocado na Secretaria de Saúde, algo que daria aí para uns três meses. Chegou-se a levantar a hipótese até mesmo que estes estariam vencidos. Mas quanto ao vencimento isto é muitíssimo simples de verificar e se fosse realmente verdade não sairia como desconfiança e sim como denúncia. O espanto talvez venha do fato de que isto ocorre pela primeira vez no município. Talvez por sempre encontrar os estoques vazios, sempre se entregou assim também.
Será que ninguém nunca pensou em fazer diferente, e não estou aqui a falar de A ou H. Todo cidadão ao assumir um cargo público qualquer, seja a prefeitura, uma secretaria ou mesmo um departamento que for, simplesmente dizer que vai tentar melhorar, dar continuidade no que está sendo bem feito e mudar aquilo que não está muito legal no seu entendimento, sem a necessidade de querer aniquilar ou esculachar aqueles que estão saindo. Talvez quem fizer isso quando estiver entrando, receba na sua saída o mesmo tratamento.
Somente para finalizar, hoje começa a sinalização horizontal (pintura viária), são cinco mil metros quadrados a serem executados na Av. da Moda, Arouca e etc. Além dessa, tem também a aquisição de um conjunto semafórico que deve ser entregue essa semana e vários outros materiais que se encontram a disposição para serem implantados na sinalização da cidade. Os processos licitatórios começaram em agosto, setembro e não foram interrompidos por causa do resultado das eleições. Com relação à notícia que originou o artigo deixo a frase do ex-candidato à Casa Branca na década de 60, Adlai Stevenson, explicar: “Um editor de jornal é alguém que separa o joio do trigo - e imprime o joio”.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
2000 INOVE
Toda mudança de ano vem carregada de expectativas, muitas delas que antecipadamente pressupomos que jamais irão se concretizar, mas, e daí? Nunca devemos deixar é de sonhar. Cabe aqui lembrar que o sonho deve ser apenas o princípio e que depois deste deve haver uma coisa chamada ideal, objeto de nossa mais alta aspiração. Esse deve ser motivo de luta, de batalha, do nosso melhor. “Nada se pode esperar dos homens que entraram na vida sem se exaltarem por algum ideal” (José Ingenieros). O ano novo pode ser também o marco de um recomeço, sempre que se fecha uma porta outra se abre, cabendo a cada um de nós saber enxergar isso e aproveitar as oportunidades que a vida sempre nos dá.
De tudo uma coisa precisa ser revista, necessitamos da adoção de uma postura mais filosófica a respeito de tudo, nos tornando assim menos pragmáticos, isso é fundamental para o crescimento humano. Use e abuse dos “por quês?”. Assim, não seremos presas tão fáceis daqueles que se aproveitam da superficialidade dos dias de hoje. Pergunte... Questione... Pesquise... Não aceite qualquer resposta, pois muito se esconde através de superficialidades. Cuidado com o wikipédia. Aprofunde mais.
Antes que eu me esqueça, o título desse artigo eu copiei de uma propaganda do Bradesco, e desta forma, aproveito para relembrar, dêem crédito sempre a quem cria, a isto se pode também chamar de ética.
De tudo uma coisa precisa ser revista, necessitamos da adoção de uma postura mais filosófica a respeito de tudo, nos tornando assim menos pragmáticos, isso é fundamental para o crescimento humano. Use e abuse dos “por quês?”. Assim, não seremos presas tão fáceis daqueles que se aproveitam da superficialidade dos dias de hoje. Pergunte... Questione... Pesquise... Não aceite qualquer resposta, pois muito se esconde através de superficialidades. Cuidado com o wikipédia. Aprofunde mais.
Antes que eu me esqueça, o título desse artigo eu copiei de uma propaganda do Bradesco, e desta forma, aproveito para relembrar, dêem crédito sempre a quem cria, a isto se pode também chamar de ética.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Independência ou mortes
Depois de mais de uma década trabalhando no setor de trânsito, uma dezena de artigos publicados sobre o assunto, mais de seiscentas horas de cursos, encontros e fóruns, uma pós-graduação na área junto aos maiores especialistas de Minas, trabalhar ainda como consultor em praticamente toda a nossa região, tenho autoridade para afirmar que é chegada a hora do Departamento de Transporte e Trânsito de Passos – TRANSPASS ter mais autonomia para realizar as mudanças que se fazem necessárias e que a política não nos permitiu fazer de todo.
Passos conta hoje com uma frota de mais de quarenta mil veículos, o que gera muitos impostos e trabalho, tanto diretos, quanto indiretos. Porém, vivemos ainda sob a batuta da ingerência política e também de alguns que visam somente seus interesses particulares. Não cabem mais decisões neste setor que não sejam estritamente técnicas. Não é possível que ainda tenhamos que conviver com alguns que aproveitam da política de cidade ainda provinciana e, por terem um comércio em determinado local ou sua “mansãozinha” em tal rua, se acharem no direito de ditar as ações que envolvem segurança e a vida das pessoas. Não é aceitável que uma cidade de mais de cem mil habitantes possa ter questões como: mão de rua, colocação de semáforos, implantação de quebra-molas, proibições de estacionamento, itinerário de transporte público e etc., determinados por palpiteiros de plantão, oportunistas ou aventureiros.
Mas porque estou falando isso agora e desta forma? Vejamos: Por se tratar de um departamento e sendo conduzido por um diretor, hierarquicamente o órgão de trânsito municipal fica sujeito a todo tipo de ingerência dentro da própria estrutura da administração municipal. É um secretário que diz que fulano, morador ou comerciante de determinada rua não quer uma mudança, de vez em quando é um vereador que “mina” outra e assim por diante. Lutei arduamente contra isso e assim colecionei alguns desafetos, mas todos sabem que nem sempre venci (leia-se Rua da Praia, Barão de Passos, João Pinheiro, os famigerados “quebra-molas”, semáforo do Tula...). Entendemos que se fosse uma secretaria essas coisas diminuiriam muito, principalmente pelo fato do secretário estar em pé de igualdade com seus pares e também ser ele o ordenador de despesas, podendo assim determinar onde empregar os recursos diretamente com o prefeito, coisa que não acontece com o diretor.
Vocês podem estar pensando nos custos que isso iria gerar aos cofres públicos, mas garanto que com relação a isso a coisa já está muito bem encaminhada. O departamento tem praticamente todo seu investimento pago com verba oriunda de um convênio com o Estado. De um departamento inserido dentro de outro há dez anos atrás, hoje o Departamento de Transporte e Trânsito de Passos - TRANSPASS já se encontra em outro patamar. Saímos de uma meia-sala no prédio da Prefeitura para, depois de mudar de local por duas vezes, chegarmos a uma boa casa na região central, onde pela primeira vez na história todos os setores do departamento estão juntos. De uma Kombi velha herdada do transporte de professores da zona rural passamos a contar com uma camionete S10 equipada e uma saveiro (um pouco usada é verdade), além de uma moto zero km. Temos ainda computadores e vários outros equipamentos que não possuíamos antigamente.
Com relação ao serviço, esse foi nosso maior salto. Temos nossa modesta (em números de pessoas) equipe toda treinada e já há algum tempo não necessitamos que ninguém venha a Passos para nos auxiliar, muito pelo contrário, somos nós que muitas vezes damos assistência às cidades vizinhas. O restante que se faz necessário para se tornar uma secretaria pode vir de uma simples vontade política. No lugar de três Assessores Especiais – ASPONEs - diga-se de passagem, uma herança maldita do governo Ataíde e que foi tão criticada pelos que vão assumir agora (assim sendo, por que não acabar?) e diante dos moldes que já se encontra o Departamento de Transporte e Trânsito de Passos – TRANSPASS poderíamos ter um secretário, mais dois operários e cinco agentes de fiscalização, número insuficiente é verdade, mas bom para um começo. Portanto, somente no lugar de três ASPONEs fechamos um quadro de pessoal capaz de gerir uma secretaria importantíssima para a cidade e a segurança dos nossos munícipes. Caso contrário, que venha mesmo o SAMU e a dinheirama que este custa, pois os acidentes, principalmente de motos, não param de crescer e o trânsito vai ficando cada vez mais complicado.
Passos conta hoje com uma frota de mais de quarenta mil veículos, o que gera muitos impostos e trabalho, tanto diretos, quanto indiretos. Porém, vivemos ainda sob a batuta da ingerência política e também de alguns que visam somente seus interesses particulares. Não cabem mais decisões neste setor que não sejam estritamente técnicas. Não é possível que ainda tenhamos que conviver com alguns que aproveitam da política de cidade ainda provinciana e, por terem um comércio em determinado local ou sua “mansãozinha” em tal rua, se acharem no direito de ditar as ações que envolvem segurança e a vida das pessoas. Não é aceitável que uma cidade de mais de cem mil habitantes possa ter questões como: mão de rua, colocação de semáforos, implantação de quebra-molas, proibições de estacionamento, itinerário de transporte público e etc., determinados por palpiteiros de plantão, oportunistas ou aventureiros.
Mas porque estou falando isso agora e desta forma? Vejamos: Por se tratar de um departamento e sendo conduzido por um diretor, hierarquicamente o órgão de trânsito municipal fica sujeito a todo tipo de ingerência dentro da própria estrutura da administração municipal. É um secretário que diz que fulano, morador ou comerciante de determinada rua não quer uma mudança, de vez em quando é um vereador que “mina” outra e assim por diante. Lutei arduamente contra isso e assim colecionei alguns desafetos, mas todos sabem que nem sempre venci (leia-se Rua da Praia, Barão de Passos, João Pinheiro, os famigerados “quebra-molas”, semáforo do Tula...). Entendemos que se fosse uma secretaria essas coisas diminuiriam muito, principalmente pelo fato do secretário estar em pé de igualdade com seus pares e também ser ele o ordenador de despesas, podendo assim determinar onde empregar os recursos diretamente com o prefeito, coisa que não acontece com o diretor.
Vocês podem estar pensando nos custos que isso iria gerar aos cofres públicos, mas garanto que com relação a isso a coisa já está muito bem encaminhada. O departamento tem praticamente todo seu investimento pago com verba oriunda de um convênio com o Estado. De um departamento inserido dentro de outro há dez anos atrás, hoje o Departamento de Transporte e Trânsito de Passos - TRANSPASS já se encontra em outro patamar. Saímos de uma meia-sala no prédio da Prefeitura para, depois de mudar de local por duas vezes, chegarmos a uma boa casa na região central, onde pela primeira vez na história todos os setores do departamento estão juntos. De uma Kombi velha herdada do transporte de professores da zona rural passamos a contar com uma camionete S10 equipada e uma saveiro (um pouco usada é verdade), além de uma moto zero km. Temos ainda computadores e vários outros equipamentos que não possuíamos antigamente.
Com relação ao serviço, esse foi nosso maior salto. Temos nossa modesta (em números de pessoas) equipe toda treinada e já há algum tempo não necessitamos que ninguém venha a Passos para nos auxiliar, muito pelo contrário, somos nós que muitas vezes damos assistência às cidades vizinhas. O restante que se faz necessário para se tornar uma secretaria pode vir de uma simples vontade política. No lugar de três Assessores Especiais – ASPONEs - diga-se de passagem, uma herança maldita do governo Ataíde e que foi tão criticada pelos que vão assumir agora (assim sendo, por que não acabar?) e diante dos moldes que já se encontra o Departamento de Transporte e Trânsito de Passos – TRANSPASS poderíamos ter um secretário, mais dois operários e cinco agentes de fiscalização, número insuficiente é verdade, mas bom para um começo. Portanto, somente no lugar de três ASPONEs fechamos um quadro de pessoal capaz de gerir uma secretaria importantíssima para a cidade e a segurança dos nossos munícipes. Caso contrário, que venha mesmo o SAMU e a dinheirama que este custa, pois os acidentes, principalmente de motos, não param de crescer e o trânsito vai ficando cada vez mais complicado.
sábado, 22 de novembro de 2008
Façam suas apostas: comentários
Sempre é bom receber retorno a respeito dos artigos que a gente escreve, contudo, quase nunca isso ocorre no blog, muitos preferem à “boca miúda”. Então, a grande maioria acaba fazendo isso por telefone ou através de e-mails e até mesmo pessoalmente. O meu último artigo postado (Façam suas apostas) tem sido meu campeão no quesito comentários hilários. Assim, não resisti e vou compartilhar com vocês alguns que chegaram até mim. Porém, a coisa vai ser do tipo “conto o milagre, mas não falo o santo”.
A primeira é muito engraçada, quase inacreditável. Um peemedebista de carteirinha me revelou que o artigo pode até vir a acertar sobre a possível recondução de um ex-secretário para a pasta onde já “atuou”. Contudo, se isso vir a acontecer seria da seguinte forma, segundo o mesmo: a tal secretaria será bastante esvaziada, vão tirar da “sua responsabilidade” a manutenção das estradas rurais que teria um outro encarregado, podendo ainda sair também a parte de praças e jardins, que poderia vir a ser absorvida por uma nova secretaria, a de meio ambiente. Ora, aí eu não me contive, indaguei se não era melhor ele ficar como encarregado da feira livre. Para minha surpresa a resposta foi pior ainda: “lá tamém (sic) ele não é muito bem quisto”. Valha-me Deus...
Outro comentário a respeito do artigo veio de um amigo que faz parte da equipe de transição. Depois de agradecer pela lembrança e dizer que não está na disputa onde seu nome apareceu, ele me disse que tem muito “dinossauro” na lista apresentada e numa possível administração Hernani isso não iria acontecer. Ou seja, traduzindo para o bom e claro português, esse pessoal da antiga, a velha guarda do manda-brasa, estão fora. Essa ala é boa mesmo somente na hora de pedir voto e aparecer na TV ao lado dos candidatos, dão um ar sério à coisa, depois é “um boa noite”. Quem conhece sabe que isso não é nenhuma surpresa.
Uma amiga me confidenciou que tem uma ala do PMDB que está dormindo a base de remédio. Fala-se que o motivo é simples, caso realmente aconteça algo que impossibilite o Dr. Hernani de assumir ou ainda, mesmo depois, como já aconteceu em vários lugares, a coisa caísse na mão do vice, eles não teriam nenhuma garantia de seus cargos, ou seja, mesmo depois da posse ainda pode azedar para eles. Sabe-se que o Cóssimo não bate com alguns muito “próximos” do Hernani.
Forte também o boato na cidade que a história da última eleição poderia se repetir, dois vereadores por uma secretaria inteira, de porteira fechada. Resta saber como vai ser isso. Esta é esperar para ver, não tem muito como antecipar. E o PT nessa, “os fiéis da balança” que não tem um vereador sequer, diga-se de passagem, pelo segundo mandato consecutivo, o que iriam pensar disso?
Agora vou fazer a mesma pergunta que me fizeram e achei muito legal. Confesso que não sabia a resposta. Você sabe a diferença entre o que significa um adesivo político no carro antes e depois da eleição?... Pense um pouco... Antes da eleição é propaganda para o candidato, depois, é para o dono do carro. Sutil, muito boa... Para finalizar esse mesmo artista me soltou uma outra pérola. Disse que tem gente que já está sentindo os primeiros efeitos da eleição, não está sendo mais visto sozinho nos bares da cidade como antes, agora já tem sempre companhia, mesa cheia (alguns são da turma que ainda está com adesivo). As más línguas tão dizendo que logo já está até namorando de novo, fato que acontece quatro anos sim, quatro não... Muita maldade... Isso não passa de coincidência.
A primeira é muito engraçada, quase inacreditável. Um peemedebista de carteirinha me revelou que o artigo pode até vir a acertar sobre a possível recondução de um ex-secretário para a pasta onde já “atuou”. Contudo, se isso vir a acontecer seria da seguinte forma, segundo o mesmo: a tal secretaria será bastante esvaziada, vão tirar da “sua responsabilidade” a manutenção das estradas rurais que teria um outro encarregado, podendo ainda sair também a parte de praças e jardins, que poderia vir a ser absorvida por uma nova secretaria, a de meio ambiente. Ora, aí eu não me contive, indaguei se não era melhor ele ficar como encarregado da feira livre. Para minha surpresa a resposta foi pior ainda: “lá tamém (sic) ele não é muito bem quisto”. Valha-me Deus...
Outro comentário a respeito do artigo veio de um amigo que faz parte da equipe de transição. Depois de agradecer pela lembrança e dizer que não está na disputa onde seu nome apareceu, ele me disse que tem muito “dinossauro” na lista apresentada e numa possível administração Hernani isso não iria acontecer. Ou seja, traduzindo para o bom e claro português, esse pessoal da antiga, a velha guarda do manda-brasa, estão fora. Essa ala é boa mesmo somente na hora de pedir voto e aparecer na TV ao lado dos candidatos, dão um ar sério à coisa, depois é “um boa noite”. Quem conhece sabe que isso não é nenhuma surpresa.
Uma amiga me confidenciou que tem uma ala do PMDB que está dormindo a base de remédio. Fala-se que o motivo é simples, caso realmente aconteça algo que impossibilite o Dr. Hernani de assumir ou ainda, mesmo depois, como já aconteceu em vários lugares, a coisa caísse na mão do vice, eles não teriam nenhuma garantia de seus cargos, ou seja, mesmo depois da posse ainda pode azedar para eles. Sabe-se que o Cóssimo não bate com alguns muito “próximos” do Hernani.
Forte também o boato na cidade que a história da última eleição poderia se repetir, dois vereadores por uma secretaria inteira, de porteira fechada. Resta saber como vai ser isso. Esta é esperar para ver, não tem muito como antecipar. E o PT nessa, “os fiéis da balança” que não tem um vereador sequer, diga-se de passagem, pelo segundo mandato consecutivo, o que iriam pensar disso?
Agora vou fazer a mesma pergunta que me fizeram e achei muito legal. Confesso que não sabia a resposta. Você sabe a diferença entre o que significa um adesivo político no carro antes e depois da eleição?... Pense um pouco... Antes da eleição é propaganda para o candidato, depois, é para o dono do carro. Sutil, muito boa... Para finalizar esse mesmo artista me soltou uma outra pérola. Disse que tem gente que já está sentindo os primeiros efeitos da eleição, não está sendo mais visto sozinho nos bares da cidade como antes, agora já tem sempre companhia, mesa cheia (alguns são da turma que ainda está com adesivo). As más línguas tão dizendo que logo já está até namorando de novo, fato que acontece quatro anos sim, quatro não... Muita maldade... Isso não passa de coincidência.
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